Vamos dormir… História ternurenta

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História de um coelhinho que não queria dormir… e todo carinho da mamã para o adormecer!
Texto e imagens 5*****

Ver mais aqui

Bons sonhosLaughing



Dedoches

Aqui fica um acessório importantíssimo para contar histórias Smile

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Ler mais sobre histórias aqui. (Título: A Magia de contar Histórias, de Mónica Otte e Anamaria Kovács)



Máscara da carochinha

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Lenda de S. Martinho em verso


Lenda de S. Martinho

A lenda de S. Martinho

Dá-nos uma grande lição

Ajudou o pobrezinho

Estendendo-lhe a sua mão

 

Deu-lhe metade da capa

Que o deixava quentinho

Mas ele não se importou

E o tempo foi amiguinho

 

As nuvens foram-se embora

P´ra que o sol aparecesse

Neste dia fez calor

Para que ninguém o esquecesse

 

E a 11 de Novembro

O sol sempre aparece

É o verão de S. Martinho

Que neste dia te aquece.

Rosa Mateus



Maria Castanha

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Corre, corre, Cabacinha

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Não vi velha nem velhinha,
não vi velha nem velhão,
corre, corre, cabacinha,
corre, corre, cabação.


História em pdf aqui

  • A cabacinha

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  • Sequência “De bebé a idoso”

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a pintar

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a pôr cola

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a colar

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feito

  • Conjuntos/nº 2

Carimbos cabacinha

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Elmer

Andamos numa de descobrir as cores, diferenças…. Por isso, vamos ouvir e trabalhar a história ELMER

  • A história:
Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes
velhos, elefantes altos, magros ou gordos. Elefantes assim, elefantes assado,
todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer,
menos o Elmer.
 O Elmer era diferente.
O Elmer era aos quadrados.
O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo
e azul e verde e preto e branco.
O Elmer não era cor de elefante.
 Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que
pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam
partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer
que o tinha causado.
 Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o
pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem
é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que
se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o
Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.
 
Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.
Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom
dia.”
 Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um
grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer
agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem
caído todos no chão.
 Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e
rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de
frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não
haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de
cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de
branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.
 Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a
passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia,
elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito
por não ser reconhecido.
 Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos
muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da
manada.
 Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não
estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu
luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e
por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.
 Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha
visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos,
sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar
mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:
                                                        BUUU!
 Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu
lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir
perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros
elefantes também se riram como nunca se tinham rido.
 Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva
começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os
elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh
Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi
a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.” 
“Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o
dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar
de cor de elefante.”
 E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se
todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um
elefante, já sabes que deve ser o Elmer.

MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.

  • Elmer para colorir (aos quadradinhosSmile)
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  • Amigo(s) do Elmer (também para colorir. podem-se fazer as personagens para contar a história)
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  • Andamos a fazer um móbile do Elmer

De um lado o Elmer aos quadradinhos, do outro um elefante cinzento… já agora, como se faz cinzento???? É preciso tinta branca e preta e mexer tudo muito bem Smile

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  • Elmer - Dedoche
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  • Canção: Ser Diferente

Se o elefante é pesadão,

Não é por isso que não tem um coração.

Gostar de todos ser amigos de verdade,

Essa é a lei da nossa quinta da amizade. (bis)

Não é pecado ser diferente,

Se toda a gente fosse igual a toda a gente,

O nosso mundo era muito aborrecido,

E o elefante até é um bicho divertido. (bis)

Uns têm bico outros focinho,

O cão pastor não é igual ao passarinho,

O pato grasna, arrulha a pomba,

Porque não há-de o elefante andar de tromba. (bis)





Uma história de cores

Era uma vez uma família de Azuis. O filho Azul vivia contente com a sua mãe Azul e com o seu pai, claro está, também ele Azul.
Na cidade, todos os seus vizinhos eram igualmente azuis e todos se sentiam muito orgulhosos com a sua bela cor, que era também a cor do céu e do mar. E os Azuis sentiam-se orgulhosos, achando-se belos e perfeitos, os vaidosos…
Mas, um dia, aquilo que os Azuis achavam impossível aconteceu. Chegou à cidade uma estranha, muito estranha, uma estranhíssima família de… Amarelos! O pai, a mãe, o filho e até mesmo a bem velhinha e curvada avó eram todos Amarelos, tão amarelos quanto o amarelo pode ser.
Seria possível que tal cor existisse?
Os Amarelos instalaram-se na casa que ficava mesmo ao lado da casa dos Azuis, e, curiosos, apressaram-se a espreitar e a observar pela janela tão estranhos seres.
Menos preocupado, o filho Azul, como qualquer criança, apenas queria saber se o filho Amarelo gostaria de jogar à bola. Sem perder tempo, bateu à porta dos seus novos vizinhos e
perguntou ao filho Amarelo:
— Queres vir brincar comigo?
E o filho Amarelo lá foi, sem pensar duas vezes, indiferente à cor da bola que, apesar de ser azul, rolava e saltava tão bem como as melhores bolas amarelas a que estava acostumado.
No entusiasmo do jogo e no frenesim da correria, depois de um passe mais acrobático e de uma defesa mais atrevida, o desastre aconteceu: o Azul e o Amarelo chocaram um com o outro, peito contra peito, num grande espalhafato.
E com a força do impacto, vá-se lá saber porquê, o Azul e o Amarelo ficaram… Verdes!
Olharam um para o outro, acharam graça e disseram:
— Olha, agora somos Verdes!
Na cidade, que grande pandemónio! Todos quiseram ver o fenómeno, incrédulos primeiro e indignados depois: não só apareceram os Amarelos, assim de repente, como agora surgiam também uns Verdes… Já começava a ser de mais…
Um pouco zangadas e espantadas e também muito preocupadas, as mães Azul e Amarela apressaram-se a levar os seus filhos Verdes para dentro de casa.
— Oh! Que desgraça! Vamos chamar o Doutor para ver se há remédio que vos
cure a cor… Mas, como não houve médico, cientista, engenheiro ou curandeiro que conseguisse tratar aquele mal,
o tempo passou e todos acabaram por se habituar aos Verdes, percebendo assim que muito havia ainda para descobrir sobre os mistérios das cores do Mundo. E foi por isso que, um dia mais tarde, quando apareceu na cidade um… Vermelho, ninguém estranhou!…

História em pdf aqui

  • Misturámos o azul e o amarelo = VERDE

e também o Vermelho com o amareloSmile Deu um cor-de-laranja estranho!!!Wink

  • Conversámos, mais uma vez, sobre a constituição de uma família

  • Desenhámos a família do Azul
  • Realizámos a experiência “Flores que mudam de cor”

Se colocarmos ums flor em “água colorida” o que irá acontecer??


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- A flor vai beber a água. (João)
- A flor vai morrer. (Matilde)
- A água vai fugir (MAriana C.)
- A flor vai desaparecer. (Ruben)
- A flor vai para o lixo! (Paulo)
- A flor vai tirar a água. (Érica)
- A flor vai mudar de cor. Fica castanha (Diana, Vasco)
- A flor vai mudar de cor. Fica cor-de-laranja. (Gonçalo)
- A flor vai mudar de cor. Fica de muitas cores. (Inês C.)
- A flor fica cor-de-rosa. (Judite)
- A flor fica amarela. (Inês R.)
- Flor azul. (Rodrigo)
- A Flor vai ficar azul. (Nicolau, Alexandre)
 
Folha para registar a experiência aqui



História da Quadradinha

 

http://files.filefront.com/hist+da+quadradinhappt/;8659448;/fileinfo.html 



A Raposa Vegetariana

História óptima para abordar a temática da alimentação… (aqui vai a história bituxa)

 

A Raposa Rabo de Prata era muito gulosa.

Não comia só por necessidade. Comia até mais não poder.

E o seu petisco favorito eram as galinhas.

Dona Máxima, a dona das galinhas, andava furiosa.

Todas as semanas lhe desapareciam três ou quatro.

Ela punha-se à noite à espreita, junto à capoeira, de vassoura na mão, mas a raposa espertalhona não se deixava apanhar.

Passaram vários dias e Dona Máxima, que todas as manhãs contava as galinhas, reparou que não faltava nenhuma, há mais de uma semana, e pôs-se a pensar.

Que terá acontecido à raposa?

Certamente foi apanhada por algum caçador ou foi viver para longe ou então… morreu de indigestão…

Entretanto o que se passava com a raposa?

Muito doente e cheia de dores foi consultar o Doutor Corvo o médico lá do sitio.

O Dr. Mando-a abrir a boca, auscultou-a, deu-lhe pancadinhas nas costas e por fim disse:

- Cara amiga, a tua doença é grave, pois tens comido demais.

Para te curares tens de passar a ser vegetariana.

A raposa nem acreditou no que ouvia!

Era impossível! Ela, conhecida por gostar tanto de carne de galinha, passar a comer só verduras e frutas!

Que vergonha! Que despromoção!

- Não, não pode ser!

Mas o Dr. Corvo insistiu:

- Ou fazes o que te digo ou morres cedo.

Então a raposa pensou melhor e prometeu que ia ser vegetariana.

No dia seguinte, a Dona Máxima acordou com um grande alarido e risota na capoeira. Correu para ver o que era e qual não foi o seu espanto quando viu a raposa a conversar com as galinhas e a comer uma cenoura.

VIANA, L. (S.D.). A raposa vegetariana. Lisboa: Plátano Editora.

 

E a respectiva canção cedida pela colega do Fórum Educação de Infância “Vilarinho”

A raposa do rabo de prata,
mais galinhas ela já não mata
porque o Srº Drº Gavião
encontrou uma solução

Singuingai ai yupi yupi ai
Singuingai ai yupi yupi ai ai ai ai bis

E agora a D. Carlota
a raposa ela não enxota
pois aa galinhas estão seguras
porque a raposa só come verduras

refrão